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domingo, 18 de março de 2018

A melhor estratégia


Imagem: Hombre con la maleta y el muchacho que se van en trigo.
By  in Dreamstime.com.


Não há nenhuma estratégia em que possamos pensar, que Deus não tenha pensado antes. Assim como há infinitas estratégias que jamais pensareis, e que Deus já conhece - todas.

Por isso, descansar em Deus e confiar na Sua glória inabalável e imensurável é a mais viável e mais necessária de todas as estratégias para nós.

Ele, que conhece tudo de uma ponta à outra da Eternidade, sabe o que é melhor para nós, mais do que qualquer um de nós.

E Ele nunca erra.

ECC


domingo, 4 de março de 2018

...E se Jesus mudasse de ideia?


Imagem disponível na Internet.

“Naqueles dias, Jesus foi da Galileia até o rio Jordão, a fim de ser batizado por João Batista. Mas João tentou convencê-Lo a mudar de ideia...” [Mateus 3.13-14]

Não é interessante como nós vivemos fazendo isso, tentando convencer o Senhor Jesus a mudar de ideia?

João Batista tentou convencer Jesus a não ser batizado por ele. (Mateus 3.15)

Maria, Sua mãe, não queria deixá-Lo pensar por Si mesmo. (João 2.4)

Tomé não queria que Ele voltasse para Betânia, para ver o enfermo Lázaro. (João 11.16)

Os discípulos queriam que o Senhor despedisse a multidão com fome. (Mateus 14.15-16)

Eles também não queriam que Jesus nem mesmo ouvisse a mulher cananeia, que clamava atrás deles pela libertação da sua filha terrivelmente endemoninhada. (Mateus 15.21-23)

E o pior de todos: Pedro tentou convencer Jesus de ir à cruz! (Mateus 16.21-23)

Porém, se Jesus tivesse atendido João Batista, Ele não teria sido batizado, a vontade de Deus não teria se cumprido e o Espírito Santo não teria confirmado quem Jesus era.

Se Jesus tivesse feito a vontade de Maria, Ele demonstraria que não tinha autonomia para decidir como o Senhor que Ele é.

Se Jesus tivesse atendido à chantagem emocional de Tomé, Lázaro não teria sido ressuscitado e a multidão não teria contemplado tão extraordinário milagre do Deus amoroso.

Se Jesus seguisse a vontade dos discípulos no deserto, a multidão teria sido despedida com fome, e outro grande milagre deixaria de acontecer, deixando assim de manifestar a glória do Deus misericordioso ao povo que precisava vê-Lo no meio de nós.

Se Jesus tivesse cedido aos discípulos, a mulher cananeia não teria a oportunidade de demonstrar, diante do Senhor e da multidão, tal nível elevado de fé e humildade, que são dois dos maiores princípios da vida de um cristão verdadeiro. Esse ensino prático e tão importante deixaria de ser registrado na história, e a libertação da sua filha também não teria acontecido.

Se Jesus tivesse dado ouvidos a Pedro (que estava sendo usado pelo demônio naquele momento), o castigo que nos traz a paz não teria acontecido, o sacrifício que nos redimiu e nos religou a Deus não teria ocorrido, e só Deus sabe onde estaríamos neste momento.

Com certeza, Deus sempre sabe o que é certo, quando deve acontecer e como deve ser feito. Por isso, em vez de continuarmos tentando conduzir os passos de Deus a nosso respeito, devemos deixá-Lo livre para decidir e agir em nossas vidas como Ele sabe que tem de ser.

Obviamente, olhar para um Deus que não Se pode ver com olhos físicos, e confiar nas palavras de um Espírito não é algo fácil de se fazer. Porém, precisamos exceder os limites da nossa razão, se quisermos caminhar em paz com Deus e depender da Sua soberana vontade, que é boa, perfeita e agradável (Romanos 12.1-2).

Lembre-se que Ele é o Senhor absoluto de tudo. Tudo está abaixo Dele. Tudo se submete a Ele. Isso inclui todo o sofrimento, toda a dor, toda a pequenez humana, toda a incredulidade, toda a tristeza, todas as nossas mazelas! Se Ele tem domínio sobre tudo o que é ruim, muito mais terá domínio e prazer em lidar com o que é bom, com o que nos faz bem, com o que traz alegria e paz.

É só uma questão de confiar, esperar e prosseguir para o lugar que Ele indicar. Qualquer um de nós que fizer isso, jamais será envergonhado. Quem garante é o próprio Senhor Jesus, o maior exemplo de Alguém que confiou toda a Sua vida à perfeição da Vontade Divina (Marcos 14.32-42; Lucas 22.39-46) e, depois do sacrifício da entrega, foi exaltado no gozo da eterna glória.