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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

O estrondo das águas impetuosas...



“As águas se levantaram, Senhor,
as águas levantaram a voz;
as águas levantaram seu bramido.
Mais poderoso do que o estrondo das águas impetuosas,
mais poderoso do que as ondas do mar,
é o Senhor na alturas.”
Salmos 93:3-4

 
Imagem: Disponível na Internet.

Lembretes do Senhor estão espalhados pelo mundo inteiro, apontando para a graça, para o amor, para o cuidado de um Deus que não Se cansa de nos amar.

O levantar das águas a que o salmista se refere, é um fenômeno incansavelmente repetido pelo  mar, que se lança em ondas imponentes contra as rochas, nas encostas. O som que ele descreve é produzido pelo impacto das águas contra as rochas. Um barulho estrondoso, impetuoso, assustador até.

Mas para que essa situação se forme e esse fenômeno seja produzido constantemente, é necessário um esforço conjunto de, pelo menos, três personagens: O vento forte, as águas intensas, as rochas. A combinação do encontro desses três agentes pode resultar em sons altíssimos, capazes de serem escutados a até alguns quilômetros de distância.

Certa forma, esse espetáculo da natureza nos mostra o efeito de situações em nossas vidas e também os seus desfechos, quando Deus, o Senhor, está no comando delas. Águas precipitando-se contra as rochas, ventos fortes produzindo esse choque, um barulho imenso produzido por esses impactos, ilustram situações desagradáveis, complicadas demais, e a nossa impotência diante delas.

O sofrimento, por vezes, é narrado pela Bíblia, de forma ilustrada, representado por fenômenos da natureza. E, diante de certos fenômenos da natureza, nós não conseguimos ter nenhum controle. É o caso de muitas de nossas dores. Elas têm origens que fogem do nosso alcance controlar, e produzem tristezas de intensidade tal que, muitas vezes, nos fazem definhar.

A questão agora é, como podemos lidar com as frustrações, com a dor, com o sofrimento de forma geral? Temos algum  lugar de descanso, ou devemos viver assustados com o rugido das grandes águas se açoitando contra a rocha, nos dando a impressão que querem – e que, em algum momento irão – destruí-las? Temos quem lute por nós – ou que nos ajude, pelo menos – ou estamos sozinhos, tentando suportar toda investida contrária às nossas vidas?

A pessoa que tem uma vida em parceria com Deus tem esse consolo: Que há um lugar de descanso, onde o bramido das águas não assusta. Esse lugar é o próprio Senhor, e Ele reina, como bem declarou o salmista, já nas primeiras palavras deste Salmo: “O Senhor reina! Vestiu-Se de majestade; de majestade vestiu-Se o Senhor, e armou-Se de poder! O mundo está firme e não se abalará.” (Salmos 93.1-NVI)

A certeza de poder  descrever o Senhor assim vem de um coração que compreendeu que, ainda que as grandes ondas se levantem e se lancem contra a rocha, é contra a rocha que ela está se lançando e, embora o som impetuoso das águas sendo quebradas, se despedaçando contra as pedras, seja impressionante e até assustador, o rochedo continua inabalável, no mesmo lugar. E a rocha, na Bíblia, representa o próprio Deus: “Pois quem é Deus além do Senhor? E quem é rocha senão o nosso Deus?” (Salmos 18.31-NVI)

Sim, o vento – que, neste contexto, representa o mal – sopra constantemente tentando produzir um caos; as águas grandiosas se agitam incontrolavelmente, mas contra a rocha elas cessam e se anulam outra vez, sem nenhuma chance de romperem com a imensa Pedra em seu caminho! É um espetáculo, bem diante dos nossos olhos, nos contando que os sofrimentos da vida atingem primeiramente o nosso Deus, que nos criou e Se compadece de nós como um pai transbordante de amor pelo filho (Salmos 103.13). Ele luta as nossas batalhas e vence as nossas guerras, quando nossas pelejas são investidas do mal para nos destruir. E quando elas são lições de vida para nos melhorar, o nosso Deus segura em nossas mãos, nos dá mais fé e nos ajuda a crescermos na graça e no conhecimento da Verdade, para que nos tornemos em filhos cada vez mais parecidos com Ele, preparados para a vida eterna ao lado Dele.

Portanto, seja qual for a situação de calamidade em sua vida, entregue tudo nas mãos do Senhor, a Rocha Eterna Inabalável, e descanse, mesmo com todo o som do alvoroço das águas. Elas se lançam contra os filhos de Deus, mas atingem a Ele, que nos guarda, nos protege, nos livra de todo mal (Salmos 121). “O Anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que O temem, e os livra. Provem, e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que Nele se refugia!” (Salmos 34:7-8-NVI)

A presença de Deus no controle das nossas vidas faz toda a diferença, nas mais diversas situações. E quando tudo em volta nos assombra, podemos nos aquietar tranquilos e confortáveis nos braços do Pai que, amorosamente, nos consola, dizendo: “Não tremam, nem tenham medo. Não anunciei isto e não o predisse muito tempo atrás? Vocês são Minhas testemunhas. Há outro Deus além de Mim? Não, não existe nenhuma outra Rocha; não conheço nenhuma.” (Isaías 44.8-NVI)


quarta-feira, 20 de junho de 2018

As riquezas da Sua bondade


Imagem: Disponível na Internet.

...Mas confia em Deus, que justifica o ímpio... [Romanos 4.5]

O homem que conhece a Deus sabe que Ele é o Deus que ama incondicionalmente todos os seres humanos, independente de qualquer que seja a sua condição ou estado. E o mesmo amor que arrebata os sentidos dos cristãos e constrange seus corações quando esse Deus visita a terra em nossos momentos de sincera adoração, é o mesmo amor que persegue ansiosamente pelos corações afastados da Sua graça.

Aos filhos de Deus, já resgatados das trevas para a luz, é necessário o exercício pleno da consciência que o amor incondicional do Senhor excede o estado caído do homem e o mantém vivo, dando-lhe a oportunidade de se render à Sua bondade e ao Seu amor. "Ou será que você despreza as riquezas da Sua bondade, tolerância e paciência, não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento?" [Romanos 2.4]

Deus, o nosso Deus que nos resgatou do mal e nos encaminha pelas vias eternas da Sua justiça, também tem desse mesmo amor em quantidade suficiente para todo homem ímpio, que ainda resiste a essa graça. E esse é o amor que nosso Pai Amado quer que reflitamos para o mundo em toda a nossa maneira de viver: O amor tolerante, paciente, benigno, gracioso, gentil, que resiste ao pecado mas abraça o pecador e lhe aponta o caminho da salvação e da vida eterna. E não só aponta, mas também caminha junto com ele até lá.

Ainda há muito espaço nesse caminho. E muitas pessoas estão esperando por mim e por você para se achegarem a ele também. Como podemos ajudá-las hoje?

ECC

sábado, 13 de janeiro de 2018

Lembrete divino!


Imagem disponível na Internet.


“Porém, quando Deus, o nosso Salvador, mostrou a Sua bondade e o Seu amor por todos, Ele nos salvou porque teve compaixão de nós, e não porque nós tivéssemos feito alguma coisa boa.” [Tito 3.4-5 - NTLH]


É sempre maravilhoso e necessário sermos lembrados de quem Deus é, e do que Ele já fez e ainda está disposto a fazer por nós, mesmo sendo nós quem somos, e merecendo nós o que realmente merecemos!